|
• O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN) está de olho no Morro da Conceição: Carlos Fernando conseguiu em Brasília priorizar projetos para o Morro da Conceição. • Trata-se do Projeto Conceição - uma série de ações que concentrarão medidas preservacionistas para esta parte muito especial do Rio antigo. |
|
Leia mais...
|
|
• Encravado no centro da cidade, o Morro da Conceição tem como referência principal a Praça Mauá. Conhecido como “ A Pérola da Zona Portuária”, o morro só não teve o mesmo destino do Morro do Castelo por ser de pedra. • Cercado ainda pelo Cais do Porto, Rua do Acre, Leandro Martins, Rua da Conceição, Rua Camerino e Sacadura Cabral, ele permanece desconhecido da maioria dos cariocas, escondido atrás de edificações e da correria do dia-a-dia. Entretanto, exerce incontestável fascínio sobre quem o visita, por ser um local onde temos a impressão que o tempo parou.
|
|
Leia mais...
|
|
Você conhece o Morro da Conceição? |
|
|
|
|
Para acessar algumas fotos do passeio noturno, clique aqui.
|
|
O Morro da Conceição, seus habitantes e seu entorno |
|
|
|
|
Escrito por Rosana de Oliveira (Mat. 200805021062) Curso de Jornalismo Cultural
O Morro da Conceição é um enclave de arte, história e cultura situado bem no centro do Rio. Poderíamos até mesmo dizer: escondido, pelo menos aos olhos daqueles que, por uma ou outra razão, não tiveram a atenção chamada para a sua existência. Confesso que ignorava totalmente o que pudesse existir sob esse nome, que não me era de todo estranho, apenas por tê-lo ouvido vagamente.
|
|
Leia mais...
|
|
Ensaio sem nome sobre o Morro da Conceição |
|
|
|
|
" Tudo que eu não invento é falso." Manoel de Barros Escrito por Mário Miranda Neto
A partir de um sistema classificatório que eu diria um tanto selvagem, meus confrades da Claceiça me pedem para escrever algo, a partir da Antropologia, sobre o morro que eu admirava e hoje moro. Devo a um carequinha simpático e rabugento, talvez mais estritamente um antropólogo e morador cá do Morro faz mais tempo, a importante recomendação para não fazer deste lugar que escolhemos para morar um lugar de estudo.Também por obra deste conselho acabei por recusar um trabalho que fez meus bolsos sofrerem, mas meu coração aquietar. No ato da recusa, sem dúvida, reafirmei a escolha da condição de morador. Aliás, me dei conta que vir para o Morro da Conceição consiste na primeira vez que de fato escolhi um lugar para morar, já que desde que saí da casa dos meus pais minhas escolhas de moradia levaram muito em conta questões profissionais. Todavia, se é que identidade é um termo que deva persistir, sua significação como um monolito rotulador deveria ser deixada de lado. Neste sentido morar aqui não apaga as socializações que sofri e, ao mesmo tempo, minha performance aqui não deve ser entendida como representativa de quaisquer categorias que eu pertença ou que outros me façam pertencer. Creio que isto possa, inclusive, deixar muitos de meus colegas de trabalho, conterrâneos, familiares, companheiros de militância e de Maracanã, enfim, aqueles que vão partilhando comigo existência com afinidades, aliviados. Dizendo isto não estou negando que a própria antropologia e mais propriamente o que vem sendo chamado de antropologia urbana2 também influem na minha escolha por morar aqui de forma feliz. Mas é preciso dizer, ou talvez ousar dizer, que a antropologia não existe. Ao menos que ela não existe se não permitir que dentro dela várias formas de fazer antropologia coexistam. Antropologias persistem... |
|
Leia mais...
|
|
|
|
|
<< Início < Anterior 1 2 Próximo > Fim >>
|
|
Página 1 de 2 |